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<title><![CDATA[EPC - Notícias]]></title>
<link>www.epc.com.br</link>
<description><![CDATA[feed de notícias da EPC]]></description>
<language>pt-br</language>
<webMaster>epc@epc.com.br</webMaster>
<item><title><![CDATA[EPC Engenharia marca presença em eventos de óleo e gás ]]></title><description><![CDATA[A exploração de petróleo e gás da camada do pré-sal vem atraindo atenção para o segmento. A EPC Engenharia tem investido firmemente no segmento e participa, nos dias 16 e 17 de maio, do Congresso Rio Automação, que terá como tema central “Desafios da Instrumentação e Automação no Pré-Sal e na cadeia do Petróleo e Gás”.<br />
Além de estar desenvolvendo o projeto de engenharia em regime Turn Key do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), empreendimento da Petrobras em Itaboraí que prevê investimentos em torno de U$ 8,38 bilhões, a EPC tem dado bastante ênfase ao trabalho no setor de estaleiros para construção de navios de grande porte e jaquetas de plataformas para exploração de petróleo.<br />
A dedicação é motivada pelo fato de a empresa ter sido escolhida para projetar os dois maiores estaleiros do hemisfério sul: o estaleiro Atlântico Sul, que já está produzindo e fica em Suape, Pernambuco; e o Estaleiro da OSX, previsto para ser instalado no município de Açu, na região norte fluminense.<br />
<br />
Brasil OffShore - Acompanhando o ritmo do crescimento do setor offshore no País, a EPC participa também da quinta edição da Brasil Offshore, feira e conferência internacional da indústria de petróleo e gás. O evento acontece de 14 a 17 de junho, em Macaé, no Rio de Janeiro. ]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=62]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC comemora 30 anos em Vitória inaugurando novo escritório]]></title><description><![CDATA[A EPC está acreditando cada vez mais no crescimento do Espírito Santo e por isso reforça sua atuação no Estado inaugurando o novo escritório de sua filial em Vitória. "Estamos atentos ao mercado e queremos oferecer um melhor atendimento aos nossos clientes", diz o gerente de engenharia da filial, Hércules Luz Brito.<br />
<br />
Nossos colaboradores também serão beneficiados com instalações modernas e confortáveis, além de novos equipamentos de informática e acesso a tecnologias atualizadas, gerando consequentemente a expectativa de melhores índices de produtividade.<br />
<br />
Há 30 anos no Espírito Santo, a EPC vem prestando serviços de engenharia de projetos multidisciplinares e de gerenciamento para os segmentos de mineração e siderurgia. Atualmente com 150 colaboradores, a filial tem como principais clientes a Vale, a ArcelorMittal Tubarão e a Samarco. <br />
<br />
Além destes dois tradicionais segmentos, a EPC também está de olho no setor de óleo e gás, representado principalmente pelo franco cresci-mento da Petrobras no Estado. <br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=55]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC atua em projeto de planta de separação magnética da Namisa/CSN]]></title><description><![CDATA[A EPC é a empresa responsável pelo projeto multidisciplinar básico, detalhado, consultivo e de apoio técnico para o desenvolvimento da planta de separação magnética do Complexo de Fernandinho, da Nacional Minérios S/A (Namisa), controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e por siderúrgicas asiáticas.<br />
 <br />
Essa planta é parte da ampliação do Complexo, localizado no município de Rio Acima (MG). A nova instalação será alimentada com finos de rejeitos, procedentes da barragem, e pilha de rejeitos depositados há vários anos no local por outro empreendimento. O processo de concentração a ser utilizado será a separação magnética de alto gradiente. O teor médio a ser alimentado na usina será 44,8%Fe. Quando estiver finalizada, a usina terá capacidade de processar 449 toneladas por hora. <br />
<br />
Foco no meio ambiente<br />
Segundo Gustavo Reis, gerente do projeto, o separador magnético tem como foco o aproveitamento máximo do fino do minério.  “Por meio dessa nova tecnologia, estamos diminuindo a quantidade de rejeitos depositados no planeta e, ao mesmo tempo, gerando economia e ampliando os negócios”, diz.<br />
<br />
Além disso, reiterando o compromisso dos projetos da EPC com o meio ambiente, serão utilizados equipamentos com alta tecnologia, responsáveis pelo reaproveitamento da água. No caso deste projeto, serão reaproveitados cerca de 89% do consumo total.<br />
<br />
O projeto foi iniciado em agosto do ano passado, com previsão de término para agosto de 2011. O trabalho, que conta com 50 funcionários da EPC, está em fase de detalhamento e foi feito totalmente em 3D, com o intuito de minimizar as interferências durante a execução das obras.<br />
<br />
<br />
Sobre a Namisa<br />
A Namisa, criada em 2007, tem 60% do seu capital pertencente à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Os outros 40% dizem respeito ao Consórcio formado por sete usinas asiáticas. As operações da empresa estão compreendidas no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, no qual são exploradas diversas minas de minério, além de instalações de processamento do material. À Namisa também pertence uma rede logística estruturada, formada por ferrovia e porto, para escoar a produção para o mercado internacional.<br />
<br />
A empresa está investindo na expansão de sua capacidade de produção e, em 2014, planeja chegar à produção de 39 milhões de toneladas.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=56]]></link></item><item><title><![CDATA[Soluções com maior segurança e eficiência e práticas sustentáveis ]]></title><description><![CDATA[Foco em sustentabilidade, segurança, atualização e reciclagem do conhecimento. Estes são alguns dos pilares das disciplinas de Engenharia Elétrica, Automação, Instrumentação e Telecomunicações da EPC. <br />
<br />
<br />
Por dentro das disciplinas<br />
Disciplina Elétrica: desenvolve projetos de sistemas e instalações elétricas que permitam ao usuário ter segurança operacional, pessoal, bem como permitir a maior disponibilidade e produtividade ao sistema industrial.<br />
<br />
Disciplina de Instrumentação: objetiva projetar um sistema de dispositivos capazes de monitorar e controlar as diversas etapas produtivas que compõem um sistema industrial. <br />
<br />
Sistemas de Automação: gerenciam as informações disponibilizadas pelos instrumentos e equipamentos elétricos, mecânicos e de processo, tratando-as de maneira adequada, controlando a operação com o objetivo de maximizar a produção, minimizar as perdas e controlar a qualidade de todo o processo.<br />
<br />
Sistemas de Telecomunicações: compreendem o desenvolvimento de toda a infraestrutura necessária ao suporte do processo fabril, bem como segurança pessoal e patrimonial (sistema de TI, controle de acesso, telefonia, rádio, internet, entre outros).<br />
<br />
<br />
<br />
Uma grande preocupação dessas disciplinas é a especificação de sistemas e equipamentos eficientes que busquem o melhor aproveitamento do consumo de energia e que impactem em menor grau o meio ambiente. Renilton Caetano da Silva Junior, gerente destas disciplinas, cita como exemplos a utilização de fontes de energias renováveis, o uso de dispositivos mais eficientes e a implantação de sistemas de automação nos mais diversos <br />
<br />
ambientes. “Estas soluções são partes componentes de projetos aptos ao alcance de certificações que caracterizam empreendimentos autossustentáveis, certificados por sistemas tais como  LEED e AQUA”, afirma Renilton Caetano. Alguns projetos da EPC já objetivam a conquista da certificação LEED.<br />
<br />
Outro aspecto muito presente nas disciplinas é a preocupação constante com a garantia de segurança pessoal e operacional do usuário, por meio da aplicação das requisições constantes da Norma Regulamentadora nº 10 (Nr10), que rege a segurança em instalações e serviços em eletricidade. “Em todo projeto, o primeiro ponto que se avalia é o da segurança. Buscamos sempre evitar acidentes e condições de perigo, adotando nos projetos soluções que impossibilitem, por exemplo, a prática de procedimentos indevidos, resguardando a integridade física do usuário”, explica Renilton Caetano.<br />
<br />
Entre os desafios enfrentados, Renilton aponta a velocidade das mudanças tecnológicas da engenharia elétrica e de automação e a necessidade de captação e retenção dos bons profissionais. “Serviços disponibilizados pela EPC, tais como diversos estudos de modelamento de sistemas elétricos, exigem dos profissionais executantes conceitos técnicos muito bem estabelecidos, além da busca constante do conhecimento de novas tecnologias de mercado para propor soluções diferenciadas. É preciso promover atualização contínua de aspectos técnicos e gerenciais dos nossos profissionais”, salienta.<br />
<br />
Por isso, a EPC se preocupa com a formação de mão de obra e conta com plano de carreira. A equipe é mesclada, com a experiência de profissionais seniores e com as novas ideias dos funcionários juniores.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=57]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC participa do projeto da nova siderúrgica da Votorantim]]></title><description><![CDATA[EPC participa do projeto da nova siderúrgica da Votorantim <br />
<br />
A Votorantim Siderurgia e o empresário Alexandre Grendene Bartelle, fundador e controlador da fabricante de calçados Grendene, criaram uma joint venture para construção de uma usina siderúrgica em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul. Batizada de Siderúrgica Três Lagoas (Sitrel), a unidade irá produzir aços longos para atender ao mercado da região Centro-Oeste, utilizando inicialmente para isso matérias-primas (aços brutos e tarugos) produzidas na usina da Votorantim em Resende (RJ), inaugurada em outubro de 2009.<br />
<br />
Nesse empreendimento, a EPC está desenvolvendo o projeto de detalhamento civil das fundações do laminador de barras e atua como subcontratada da Danieli, que está desenvolvendo o projeto básico mecânico e civil deste laminador.<br />
<br />
O gerente do projeto, Paulo Amaral, aponta o prazo como um grande desafio. O projeto começou em novembro do ano passado e está em fase final. “O esforço que a EPC fez foi mobilizar várias frentes, com equipes trabalhando paralelamente, para atender ao prazo do cliente. Com a nossa experiência em desenvolver projetos desse tipo, conseguimos trabalhar de forma mais ágil”, avalia.<br />
<br />
Além do projeto de detalhamento civil das fundações do laminador, a Sitrel contratou diretamente a EPC para fazer o projeto de detalhamento de estaqueamento das fundações. <br />
<br />
“Devido às características particulares do solo da região, a EPC teve de fazer estudos geotécnicos da área para saber quais pontos deveriam ser estaqueados e quais poderiam ser em fundação direta”, explica.<br />
 <br />
<br />
O projeto do laminador de barras inclui mesa de entrada, forno de reaquecimento, laminador desbastador, laminador intermediário, laminador de acabamento, área de leito de resfriamento, tesoura, área de empacotamento, oficina de cilindros, sala elétrica, sala de compressores, laboratório, poço de carepa e estação de tratamento de água.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=59]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC participa do projeto de fábrica da Dow Corning]]></title><description><![CDATA[A EPC está desenvolvendo a finalização do projeto, gerenciamento, planejamento e suprimentos do sistema de despoeiramento de fumos de sílica da Companhia Brasileira Carbureto de Cálcio (CBCC), em Santos Dumont, na Zona da Mata mineira. A CBCC, controlada pela empresa americana Dow Corning – líder mundial em produção de silicone – ,  é a primeira em produção de silício metálico do Brasil. O desenvolvimento das atividades começou em outubro de 2010 e a previsão de início de operação é até dezembro de 2011.<br />
<br />
Segundo o gerente de engenharia de projetos de capitais no Brasil da Dow Corning, Osvaldo Almeida Junior, o sistema visa atender às normas dos órgãos ambientais brasileiros no que tange ao controle e redução das emissões de poluentes no ar. ]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=60]]></link></item><item><title><![CDATA[Departamento de Suprimentos da EPC alia banco de gestão de materiais a eficiente apoio técnico]]></title><description><![CDATA[O departamento de Suprimentos da EPC tem como foco comprar equipamentos, materiais e serviços para execução de obras de projetos nas áreas: civil, mecânica, caldeiraria, estrutura metálica, elétrica, controle, automação, entre outros. Atua também na contratação de serviços de construção e montagem, atendendo principalmente aos segmentos de siderurgia, óleo e gás, portos, estaleiros, mineração, infraestrutura, metalurgia, química e indústrias.<br />
<br />
O gerente de Suprimentos, Paulo Henrique Leonardo, diz que o que qualifica a EPC para compra de obras é, além de um banco de gestão de materiais que especifica e padroniza as requisições de compra, o apoio técnico em análise de propostas, documentos e inspeção de fabricação que o suprimento tem por meio da engenharia multidisciplinar. “Esses requisitos dão maior garantia e tranquilidade ara o cliente quanto a receber o produto adequado no momento certo”, completa.<br />
<br />
O banco de dados de materiais da EPC foi criado para manter a qualidade do serviço prestado, com especificação e padronização. “Reunimos profissionais de todas as disciplinas para, em consenso, estabelecer a especificação adequada”.<br />
<br />
<br />
Certificações<br />
As certificações ISO 14001:2004 (Sistema de Gestão Ambiental) e OHSAS 18001:2007 (Sistema de Gestão de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho) e ISO 9001 influenciam diretamente no departamento de Suprimentos. “Por termos os padrões e os procedimentos atendendo às normas, exigimos dos fornecedores documentação de origem dos produtos, além de estarmos atentos à segurança e bem-estar dos prestadores de serviço da contratada, bem como em relação à documen-tação exigida de empresas potencialmente poluidoras”, esclarece Paulo Henrique.<br />
<br />
A área de Suprimentos opera atendendo projetos em regime EPC, EPCM, Turn Key e Aliança ou como agente do cliente, quando faz todo o processo e o faturamento é para o cliente. “É uma relação de confiança. Ao confiar suas compras ao departamento de Suprimentos da EPC, o cliente tem ganho financeiro e em qualidade”, avalia.<br />
<br />
Segundo ele, a EPC busca soluções que atendam e beneficiem os clientes.  “Muitas vezes, o cliente não tem departamento de compra para obra. Por isso, é vantagem nos contratar. Por sermos especialistas em obras, proporcionamos redução do efetivo do cliente, que passaria a ser variável em função de projetos transitórios. Para o cliente é melhor utilizar o seu efetivo na compra de insumos da sua atividade-fim”, recomenda.<br />
<br />
<br />
Como a Gerência de Suprimentos atua:<br />
<br />
Como agente do cliente:<br />
Nessa modalidade, a gerência de Supri-mentos prepara toda a documentação para a compra, identifica os fornecedores, elabora a licitação, equaliza propostas, negocia e recomenda ao cliente a compra indicando o fornecedor, preços e demais condições. A ordem de compra (contrato) elaborada pela EPC será emitida pelo cliente. Logística, diligenciamento e inspeção são de responsabilidade da EPC.<br />
<br />
Como fornecedor:<br />
A EPC adquire os produtos/serviços e fatura para o cliente. A responsabilidade pela logística, diligenciamento, inspeção e transporte é da EPC.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=61]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC fecha parceria internacional com foco em siderurgia]]></title><description><![CDATA[Com base na estratégia de apostar em serviços de maior valor agregado e de olho nos investimentos do mercado siderúrgico, a EPC Engenharia acaba de firmar mais uma parceria internacional. Desta vez, para o segmento de siderurgia com a empresa europeia HWC, que já forneceu tecnologia para várias plantas como, por exemplo, Jindal Baytown, nos EUA; Evraz NTMK, na Rússia; Ormis, na Itália; Ascometal, na França, entre outras.<br />
<br />
O objetivo da empresa é atender demanda crescente do mercado siderúrgico brasileiro que planeja investir US$ 28 bilhões nos próximos cinco anos.<br />
<br />
O vice-presidente Comercial e Marketing da EPC, Dhenisvan F. Costa, explica que além da tecnologia do processo siderúrgico, essa parceria vai possibilitar à EPC fornecer desde projetos conceituais para plantas siderúrgicas de produção de planos e longos até estudos de otimização de processos de produção, suporte no comissionamento e start up das plantas, consultoria nos processos de automação e treinamento operacional para o pessoal de produção.<br />
<br />
“Vamos dar suporte ao cliente desde a intenção de construir uma planta até o desenvolvimento de todos os aspectos técnicos, comerciais e de logística que empreendimentos de tais portes demandam. Enfim, oferecer soluções completas em um único local de forma competitiva”, avalia.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=53]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC atua no projeto de expansão da Mineração Paragominas ]]></title><description><![CDATA[A EPC Engenharia está supervisionando e fiscalizando as obras da estação de bombas 2 (PS2), no município de Tomé Açu, no Pará, no mineroduto da Mineração Paragominas S.A, empresa controlada pela Vale S.A, que está em processo de transferência de ativos para a Hydro Aluminium (empresa norueguesa). <br />
 <br />
A bauxita é extraída na mina em Paragominas (PA) e transportada via mineroduto, com aproximadamente 244 quilômetros de extensão até a Alunorte, em Barcarena (PA), passando pela estação de bombeamento em Tomé Açu (PA).<br />
 <br />
Serão montadas seis bombas com capacidade para rebombeamento da polpa de bauxita até o terminal na Alunorte. A obra teve início em maio de 2010, com conclusão prevista para abril de 2012, mas a expectativa da EPC é de que o prazo seja antecipado e que o empreendimento seja entregue entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012.<br />
<br />
O trabalho envolve uma equipe de profissionais com experiência em implantação de empreendimentos, trabalhando diretamente sob a orientação técnica do coordenador de obras da EPC, o engenheiro Sérgio Pereira de Menezes.<br />
<br />
Segundo Sérgio, esta obra tem uma importância muito grande no processo, pois visa garantir a vida útil do mineroduto, uma vez que, face ao desgaste natural das paredes internas da tubulação, após um período de quatro a cinco anos de operação, é necessária a redução dos níveis de pressão de trabalho, o que é obtido então com a implantação de um rebombeamento intermediário, que é o objetivo da PS2.<br />
<br />
Histórico<br />
Em 2004, a Vale S.A, que controlava os ativos de Paragominas, hoje Mineração Paragominas S.A, iniciou a implantação da mina, com capacidade de produção de 5,4 Mtpa de bauxita (matéria-prima da alumina). Nessa etapa, a EPC realizou o gerenciamento do planejamento e controle e a gestão do almoxarifado de obras. A obra teve início no princípio de 2004 e término no final de 2006.<br />
Em 2007, foi iniciada a primeira expansão da mina, aumentando a capacidade de produção para 9,9 Mtpa de bauxita por ano. Nessa etapa, a EPC foi responsável pelo gerenciamento do planejamento e controle, gestão do almoxarifado de obras, fiscalização da implantação das obras de construção e montagem. A primeira expansão foi concluída no final de 2008.<br />
<br />
Além da realização destes projetos na Mineração Paragominas S.A, a EPC participou - e ainda participa -, desde a segunda metade da década de 1980, da implantação da fábrica de alumina e da unidade de Cogeração de energia da Alunorte e das expansões da fábrica de alumínio da Albrás, ambas no município de Barcarena (PA), fechando o ciclo da cadeia produtiva do alumínio - bauxita – alumina – alumínio.<br />
 <br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=54]]></link></item><item><title><![CDATA[Tecnologia Laser Scanning]]></title><description><![CDATA[Alinhada às exigências do mercado e visando oferecer soluções eficientes aos clientes, a EPC utiliza a tecnologia Laser Scanning 3D, que permite a captação de dados para a criação de nuvem de pontos. Por meio do Laser Scanner, é possível executar a varredura de 500 mil a um milhão de pontos por segundo, o que viabiliza operações gráficas, como a geração de modelos 3D, medição de distâncias, cálculo de ângulos, rotações, planificações, plantas, cortes, desenhos, vistas, isométricos, detalhes, entre outros. Na visualização da nuvem de pontos e/ou no modelo 3D criado, podem ser obtidas dimensões reais da área levantada com precisão de 0mm a 3mm. O equipamento utilizado para o levantamento, o scanner Z+F Imager 5006, é o mais rápido do mundo e um dos mais modernos.<br />
<br />
<br />
Benefícios<br />
- Maior exatidão e velocidade, se comparado ao método convencional;<br />
<br />
- Captura de dados mais segura em áreas de difícil acesso e/ou perigosas;<br />
<br />
- Fácil integração com sistemas nas plataformas (CAD e CAE);<br />
<br />
- Atualização de documentação física e de fácil visualização;<br />
<br />
- Informações reais das condições existentes, inclusive deformações;<br />
<br />
- Redução do tempo de projeto, construção e montagem;<br />
<br />
- Estudo de viabilidade de projeto e planejamento no orçamento redução de custos);<br />
<br />
- Redução do número de visitas em campo;<br />
<br />
- Redução do ajuste de campo;<br />
<br />
- Verificação e eliminação de interferência entre o real e o projeto;<br />
<br />
- Verificação dimensional dos spools fabricados;<br />
<br />
- Simulação de montagem utilizando os modelos 3D gerados a partir da verificação dimensional dos spools;<br />
<br />
- As-built 3D para atualização de documentações.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=58]]></link></item><item><title><![CDATA[Parceria para capacitar alunos de engenharia deve ajudar a reduzir falta de mão de obra especializada]]></title><description><![CDATA[Quase dois terços dos empregadores brasileiros encontram dificuldades de selecionar pessoas qualificadas para preencher cargos disponíveis, segundo indica uma pesquisa realizada pela consultoria internacional de recursos humanos Manpower.<br />
<br />
De acordo com a pesquisa realizada este ano, que ouviu mais de 35 mil empregadores em 36 países, a escassez de mão de obra qualificada no Brasil só não é maior do que a no Japão. Entre os empresários brasileiros, 64% disseram ter dificuldades para preencher suas vagas com profissionais qualificados. No Japão, esse percentual foi de 76%. Na média dos 36 países pesquisados, 31% dos empregadores disseram ter dificuldades em encontrar profissionais qualificados.<br />
<br />
No mercado de engenharia a realidade não é diferente. E foi exatamente esse cenário uma das motivações para o estabelecimento da parceria entre EPC Engenharia, Autodesk e a Faculdade Pitágoras. O projeto prevê a utilização dos softwares da Autodesk nas disciplinas dos cursos de engenharia da faculdade com o direcionamento da EPC para as necessidades do mercado.<br />
<br />
“Para isso, foram feitas reuniões entre os coordenadores de cursos da Faculdade Pitágoras e os gerentes de disciplinas da EPC, nas quais foram propostos ajustes nos conteúdos programáticos de algumas disciplinas e criação de matérias optativas voltadas para o segmento”, segundo o Gestor Estratégico de Pessoas da EPC, Carlos Sícoli,<br />
<br />
O diretor de produção da EPC, Wilmar Ruas, acredita que, além do interesse de capacitar novos profissionais, essa seja uma forma de cumprir a missão social da EPC de aproximar a empresa da faculdade. “Saímos da posição cômoda e espectadora de ficar só demandando e reclamando da falta de mão de obra qualificada. Temos que assumir nossa responsabilidade social e nos colocar como agente de mudança”, avaliou.<br />
<br />
Prática<br />
Por meio da parceria, os laboratórios de engenharia vão ser equipados com os softwares da Autodesk com aplicação no mercado de engenharia. Além disso, o aluno vai receber login e senha para fazer o download gratuito dos softwares no computador pessoal.<br />
<br />
De acordo com o gerente de marketing da Autodesk, Márcio R. Pinto, a utilização dos mais de 20 softwares da Autodesk vai permitir aos alunos da Faculdade Pitágoras manter relações com estudantes do mundo inteiro, promovendo troca de conhecimento e de experiências. <br />
<br />
Entre os softwares disponíveis estão Revit, Civil 3D, AutoCAD, Inventor e Navisworks.<br />
<br />
Cerca de 30 professores serão treinados por consultores da Autodesk até o final do ano. Inicialmente, seis mil estudantes das turmas de Belo Horizonte, Betim e Ipatinga serão beneficiados.<br />
<br />
O coordenador do Comitê Acadêmico do Conselho de Administração da Kroton Educacional, grupo detentor da Faculdade Pitágoras, Aécio Lira, acredita que, ao usar a tecnologia da Autodesk e o referencial de mercado da EPC, o grande benefício será para o aluno, que vai ter acesso em casa e na faculdade a softwares de cunho profissional. “Começamos com três unidades, mas a meta é atingir, ao final de 2011, as 18 unidades do grupo que tem cursos de engenharia, alcançando 12 mil alunos”, explicou.<br />
<br />
Os coordenadores dos cursos de Engenharia da Faculdade Pitágoras terão link direto com os gerentes das mesmas disciplinas da EPC para trocar experiências e discutir melhorias na grade curricular, com base nas reais necessidades do mercado.<br />
<br />
Wilmar informou que a EPC tem interesse em absorver os melhores alunos. “Vamos fomentar concursos e disputas para os estudantes para reduzir a distância entre o que é feito na empresa e o que é aprendido na faculdade. E queremos levar adiante o projeto. A EPC pretende levar esse modelo para outras faculdades”, destacou.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=51]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC Engenharia recebe cadastros para 25 vagas em Belo Horizonte]]></title><description><![CDATA[Em Belo Horizonte os profissionais da região do Estoril contam com 25 vagas em aberto. A EPC Engenharia seleciona candidatos para vagas de emprego e de estágio que podem ser ocupadas por candidatos de ambos os sexos e também por profissionais com deficiência.<br />
<br />
A empresa recruta para os cargos de desenhista (mecânico, de concreto armado, de elétrica, de tubulação, de orçamento Pl) engenheiro (eletricista pleno, eletricista sênior) e projetista (civil e concreto armado, eletricista pleno, eletricista sênior, mecânico, tubulação). Já a chance para estágio é na carreira de Engenharia Mecânica. <br />
<br />
Para o cargo de desenhista, é necessário que todos os candidatos tenham experiência na elaboração de projetos industriais, principalmente nos setores de mineração e siderurgia. Para o engenheiro operador de Pl, é necessário experiência em orçamento de projetos industriais multidisciplinares.<br />
<br />
Para o engenheiro de tubulação, é preciso ter superior em Engenharia Mecânica e experiência em projetos industriais multidisciplinares.<br />
<br />
As oportunidades de projetista requerem experiência em projetos industriais para civil de concreto armado, em projetos elétricos industriais para eletricista, mecânico e tubulação. A empresa oferece salário compatível com o segmento mais plano de saúde e odontológico, tíquete-refeição, curso de inglês e seguro de vida. Os contratados receberão treinamento técnico e comportamental antes de exercerem suas atividades.<br />
<br />
Os universitários interessados na oportunidade de estágio devem estar cursando Engenharia Mecânica e o candidato selecionado atuará na gerência de projetos Turn Key, auxiliando CAPEX. Os interessados nas vagas de emprego devem cadastrar currículo no site da empresa, clicando em "TRABALHE CONOSCO/VAGAS". A EPC possui banco de currículos e os candidatos cadastrados poderão ser aproveitados para novas oportunidades.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=52]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC faz projeto multidisciplinar para a ArcelorMittal Monlevade]]></title><description><![CDATA[A EPC está fornecendo serviços de engenharia multidisciplinar nos projetos conceituais, básicos e detalhados da duplicação da usina siderúrgica do grupo ArcelorMittal em João Monlevade, Minas Gerais.<br />
<br />
Será investido US$ 1,2 bilhão para a duplicação da ArcelorMittal Monlevade, produtora de aços longos, centralizada na fabricação de fio-máquina (laminado), cuja aplicação é voltada principalmente para a indústria automobilística. <br />
<br />
A expansão prevê a implantação de uma nova sinterização, de um novo alto-forno, a duplicação da capacidade da aciaria com implantação de sopro simultâneo nos convertedores, de um forno panela novo e de uma nova máquina de lingotamento contínuo de tarugos com seis veios, de um terceiro trem de laminação com dois veios e modificação na infraestrutura interna e externa da usina. <br />
<br />
De acordo com o gerente de Projeto Paulo Amaral, a EPC tem como objetivo atender todas às necessidades da ArcelorMittal em soluções de engenharia nesse projeto de expansão. Além do prazo curto – a expectativa é iniciar a operação em maio de 2012 – ele aponta como desafio o fato de a usina estar operando e de o projeto ser realizado em área com instalações existentes.<br />
<br />
“São dois anos para entrar em operação. Para a EPC, o pico do projeto deve ser no começo de 2011. Além disso, deve-se ter um cuidado a mais com as interferências das instalações existentes ao realizar o trabalho. Para tanto, a EPC vai fazer estudos mais elaborados no sentido de retirar essas interferências e apontar a solução mais adequada para cada situação”, explicou.<br />
<br />
Amaral aponta a experiência em projetos anteriores, as ferramentas e métodos de planejamento e a competência da equipe como elementos fundamentais para superar o curto prazo. Já para lidar com as interferências da planta já existente, além da experiência dos profissionais da EPC, ele ressalta que poderá ser utilizada a tecnologia de Laser Scanning, que permite a captação de dados para a criação de nuvens de pontos. Isso garante maior precisão, menos tempo no levantamento de dados de campo e menor custo para o cliente. <br />
<br />
Entre as atribuições da EPC estão o desenvol-vimento do projeto de fundação dos novos equipamentos e os projetos de integração desses equipamentos com os já existentes, os projetos de fundação do novo laminador, do seu galpão, e do galpão de expedição; os projetos de estruturas metálicas de cable racks na área de lingotamento contínuo e na subestação, e de modificações em pipe racks do alto-forno A e da FOX, este último envolvendo também o projeto civil. Também é de responsabilidade da empresa fazer o projeto conceitual de integração elétrica e automação da aciaria, o projeto de repotenciamento dos transportadores, o projeto conceitual mecânico de descarregamento de vagões e a preparação de especificações técnicas para execução de obras civis. Além disso, a EPC está fornecendo profissionais especializados alocados no escritório de Belo Horizonte e na usina para apoio à equipe   do cliente. <br />
<br />
O projeto vai envolver as disciplinas Civil, Elétrica, Mecânica, Tubulação, Automação e Estrutura Metálica. No pico do projeto, estima-se que 150 colaboradores da EPC estejam envolvidos.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=42]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC atua em planta da White Martins na Bahia]]></title><description><![CDATA[A EPC está fornecendo o projeto de detalhamento de tubulação, de elétrica, de automação e de estrutura metálica da planta da White Martins, controlada pela americana Praxair, que fica no Polo Petroquímico de Camaçari, localizado no município de mesmo nome, na Região Metropolitana de Salvador, na Bahia.<br />
<br />
Maior complexo industrial integrado do hemisfério sul, o polo tem mais de 90 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como indústria automotiva, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, bebidas e serviços. Esse é o primeiro complexo petroquímico planejado do país e está em operação desde 1978.<br />
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Modernização<br />
A planta da White Martins está em processo de modernização e prevê a implantação de novos equipamentos e instrumentos, com consequente aumento de capacidade. A unidade fornece gás (ar de instrumento e ar de serviço) para a Braskem. <br />
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O ar de instrumento é aquele pressurizado que aciona os instrumentos, e o ar de serviço é o ar pressurizado utilizado para serviços gerais de uma instalação, como, por exemplo, em limpeza e processo de solda. Em uma planta petroquímica, esse uso é muito intensivo. <br />
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Nesse empreendimento, a EPC vai desenvolver os projetos da interligação de tubulação dos equipamentos, da montagem de instrumentos, da montagem eletromecânica, da infraestrutura de distribuição da energia elétrica para painéis e equipamentos e projeto de estrutura metálica. O contrato teve início em agosto, e o término está previsto para janeiro de 2011.<br />
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O gerente de Projeto, Manfredo de Oliveira, informou que todo o projeto vai ser feito em 3D no software AutoPlant. Para tanto, a EPC investiu no treinamento da equipe com empresa especializada no software solicitado. “Se por um lado, é desafiador fazer o projeto em 3D e trabalhar com novas ferramentas, por outro, o bom resultado, sem dúvida, fideliza o cliente”.<br />
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Manfredo ressalta ainda que as plantas da White Martins são parecidas. “Portanto, esse pode ser um investimento replicado, o que faz com que seja mais fácil e rápido e ainda traga menos riscos para a implantação porque é possível usar o projeto como referência”, analisou.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=43]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC obtém certificação ISO 14001, OHSAS 18001 e recertificação da ISO 9001 através do Bureau Veritas ]]></title><description><![CDATA[Em outubro, a EPC obteve a certificação ISO 14001:2004, (Sistema de Gestão Ambiental), a certificação OHSAS 18001: 2007 (Sistema de Gestão de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho) e a recertificação ISO 9001: 2008.  Esse resultado    só foi possível a partir do trabalho árduo da equipe da Qualidade e do SESMT e do envolvimento e participação de cada colaborador.<br />
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De acordo com a gerente corporativa da Qualidade e Meio Ambiente, Daniela Soriano, a EPC tem tradição em fornecer produtos e serviços dentro dos mais elevados padrões de qualidade e em perseguir continuamente as inovações tecnológicas, sempre visando à satisfação dos seus clientes. A recertificação da ISO 9001 para a versão 2008 é a garantia de que a EPC se mantém fiel ao seu principal objetivo de satisfazer as expectativas e  os requisitos de seus clientes.<br />
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Com a implantação da ISO 14001, a EPC se compromete com uma gestão ambiental eficiente, promovendo a minimização do passivo ambiental. “Foram implementados diversos programas visando à conscientização dos colaboradores, entre eles, a coleta seletiva e a destinação ambientalmente correta de todos os resíduos gerados na empresa, como, por exemplo, lâmpadas, pilhas, baterias, papel e plástico”, explica Daniela.<br />
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“O Sistema Integrado de Gestão (SIG) da EPC  reflete a nossa preocupação em relação ao desempenho da empresa com seus clientes, com a sociedade e meio ambiente e com seus colaboradores”, ressalta Daniela. <br />
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A gerente de Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), Keila Bastos, afirma que a Política de Gestão Integrada aponta o compromisso da EPC com a organização, os colaboradores, os parceiros e os clientes, prezando pela legislação vigente. <br />
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“Com isso, intensificamos os nossos treinamentos para a conscientização dos colaboradores, já que tais avanços influenciam de forma significativa na cultura da organização. Implementamos métodos de trabalho inovadores que impactam em benefícios a cada colaborador, agindo de forma a garantir resultados satisfatórios. Entre estes aspectos, destacamos a massoterapia, Canal de Informação e Participação, a otimização de campanhas e eventos internos em parcerias com a Unimed e os órgãos fiscais e outros Cuidados com a Saúde, Segurança e Condições de Trabalho”, detalhou Keila.<br />
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Segundo ela, a preocupação com a segurança é uma constante do SESMT, e a estratégia é trabalhar de modo preventivo, assim obtendo como resultado a diminuição do absenteísmo, do número de acidentes e de doenças profissionais. Isso porque os colaboradores da EPC estão cientes dos perigos e riscos. “A conscientização desperta um interesse em práticas como: agir com segurança, utilizar os EPIs adequadamente, seguir as rotinas que alinham seu trabalho com o SESMT, sendo essas as grandes vantagens do sistema de gestão”, explicou a gerente do SESMT.]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=44]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC ganha reforço da Hyundai para projetos do estaleiro da OSX]]></title><description><![CDATA[A EPC tem dado bastante ênfase ao trabalho no setor de estaleiros para construção de navios de grande porte e jaquetas de plataformas para exploração de petróleo. A dedicação é motivada pelo fato de a empresa ter sido escolhida para projetar os dois maiores estaleiros do hemisfério sul: o estaleiro Atlântico Sul, que já está produzindo e se localiza em Suape, Pernambuco; e o Estaleiro da OSX, previsto para ser instalado no município de Açu, na região norte fluminense.<br />
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O vice-presidente Comercial e Marketing da EPC, Dhenisvan F. Costa, ressaltou que, normalmente, estaleiros são projetados e implantados para construção de navios e/ou plataformas com preços competitivos e que devem operar dentro de altos índices de produtividade e segurança.<br />
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“Para assegurar essas características, é necessário ir além do domínio das melhores técnicas de projeto de engenharia multidisciplinar. É essencial saber também como definir o melhor processo de produção, que envolve mão de obra especializada, equipamentos, máquinas e movimentação de materiais, coordenados por um programa de logística integrada de toda a planta”, explicou.<br />
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Para atender a essas exigências, ele acredita que seja imprescindível, além do know-how de projetos de engenharia para esse tipo de empreendimento, contar com a experiência de quem já, há um longo tempo, opera grandes estaleiros com sucesso. <br />
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Participação da Hyundai<br />
“E nada poderia ser melhor para essa missão do que ter presente em nossa empresa seis engenheiros da Hyundai vindos da Coreia especialmente para se integrarem ao time local da EPC. Assim, será possível fazer com que todos os requisitos relacionados a melhor disposição e utilização dos meios de produção atinjam o atual ‘estado da arte’ na operação de estaleiros”, avaliou.<br />
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Esses profissionais da Hyundai trazem à EPC a experiência de operar o maior estaleiro do mundo, localizado em Ulsan, na Coreia do Sul. A equipe estará presente full time dentro da EPC em Belo Horizonte, por um período programado de 10  meses, e está representada pelos seguintes profissionais: Chae Han Baek - gerente geral do Departamento de Construção Naval, Cha Jae Eun - gerente geral do Departamento de Operações e Gestão de Projetos, Kyung Hwan Oh - gerente geral de Projetos Offshore e do Departamento de Planejamento; Chung Sup Kim - gerente geral do Departamento de Automação e Pesquisa; Myung Hun Jang - gerente geral do Departamento de Engenharia de Produção, e Dong Ho Song - gerente do Departamento de Manutenção.<br />
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“Acreditamos que o conhecimento, os recursos locais e a experiência da EPC, somados ao know- how de nossos parceiros Royal Haskoning, para engenharia; e Hyundai, para o processo produtivo e logístico, deixa-nos em posição de vanguarda em projetos de estaleiros no Brasil”, pondera  Dhenisvan Costa. <br />
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Além disso, a EPC sempre se preocupa em executar projetos utilizando o conceito de engenharia de valor, isto é, otimizando projetos de modo a proporcionar a seus clientes menores custos de construção e manutenção. “Agregar valor aos nossos fornecimentos, focar no foco de nossos clientes e ir além do esperado por eles têm contribuído para que a EPC seja uma das empresas mais procuradas para participar de projetos nos quais qualidade, confiabilidade e comprometi-mento com os objetivos dos clientes são valores essenciais”, concluiu.<br />
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Depoimento:<br />
“É muito importante para nós avançar com sucesso nesse grande projeto. Felizmente, estamos tendo essa excelente oportunidade de participar do projeto do maior estaleiro do Brasil. Mesmo com a nossa experiência e êxito na construção de grandes estaleiros na Coreia, é a primeira vez que estamos participando de um projeto de estaleiro no exterior. Estamos muito animados e felizes por nos unir com a EPC e a OSX nesse empreendimento e faremos o nosso melhor durante a nossa estadia aqui no Brasil. Passamos muito tempo nos preparando para este momento, e a nossa experiência de mais de 38 anos será de grande valia para a EPC e para a OSX.<br />
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Boa sorte para todos nós! "  <br />
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Chae Han Baek - Gerente Geral do Departamento de Construção Naval da Hyundai<br />
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]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=45]]></link></item><item><title><![CDATA[Disciplina Tubulação e Utilidades investe em tecnologia e capacitação]]></title><description><![CDATA[“A disciplina de Tubulação e Utilidades busca soluções de melhor custo-benefício para os clientes da EPC." É com essa concepção que o gerente da disciplina Tubulação e Utilidades, Igor Dias Junqueira, juntamente com sua equipe, vem realizando os projetos de engenharia. <br />
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Um exemplo disso está na utilização do Caesar II, software para análise de tensões de tubulações que objetiva a redução dos esforços na estrutura de sustentação da tubulação. “Com isso, há redução do número de suportes e, consequentemente, dos custos para o cliente final. Para reduzir o atrito e a geração de esforços, usamos material com baixo coeficiente de atrito entre tubulações e suportes”, explicou.<br />
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Além do Caesar II, a EPC utiliza softwares de 3D como o AutoCAD Plant 3D, o PDMS, o SmartPlant e o AutoPlant. A disciplina conta ainda com um software de Gerenciamento de Banco de Materiais, desenvolvido pela própria EPC, para o acompanhamento e controle dos materiais a serem adquiridos, desde a fase de especificação do material até a sua aquisição . “Foi uma demanda da EPC para agregar valor e melhorar a confiabilidade dos itens das Listas de Materiais de Tubulações. A ferramenta  garante maior precisão na hora da compra e também promove interação com os softwares de 3D, o que assegura que o material especificado esteja de acordo com o projeto”, explicou.<br />
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Além de dispor dessas soluções, a EPC investe na capacitação contínua de sua equipe, por meio de treinamentos internos e externos. Atualmente, estão sendo ministrados cursos de análise de flexibilidade, análise de transientes hidráulicos e sistemas de despoeiramento. Existe ainda a preocupação com a formação técnica dos profissionais. “Contratamos, por exemplo, desenhistas que tenham concluído curso técnico e estejam iniciando o curso de Engenharia Mecânica, preparando-os dessa forma para que sejam nossos futuros engenheiros e líderes de projetos”, avaliou Wayne Raymond Mader, especialista técnico da disciplina. <br />
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Projetos <br />
Exemplo da atuação da disciplina é o projeto que a EPC está desenvolvendo da Unidade de Hidrocraqueamento Catalítico (HCC) do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), empreendimento da Petrobras em Itaboraí, RJ.  Esse projeto aponta para um número superior a 72 quilômetros de tubulações, com peso estimado em mais de 4200 toneladas, tubulação com pressão da ordem de 250kgf/cm² e temperatura de até 550ºC. A EPC também executou recentemente para a Odebrecht o projeto da Estação de Tratamento de efluentes do alto-forno da VSB em Jeceaba (MG). Esse projeto inclui todas as tubulações, tanto do processo quanto de utilidades. Foram utilizados mais de 10 quilômetros de tubulações, com peso aproximado de 400 toneladas.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=46]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC na Feira Rio Oil & Gas]]></title><description><![CDATA[Dando continuidade aos investimentos no segmento de óleo e gás, a EPC esteve presente na Feira Rio Oil & Gas, principal evento de petróleo e gás da América Latina. A empresa foi representada por seu presidente, Nunziato Schettino; pelo vice-presidente Comercial e Marketing, Dhenisvan F. Costa; pelo gerente geral de Vendas, Alex Muzzi; pelo gerente de Vendas de Óleo e Gás, Ulisses Pires; pela gerente de Marketing e Desenvolvimento Humano, Thais Abranches; e pelo administrador 3D, Victor Manhães.<br />
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A feira foi realizada no Rio de Janeiro, no RioCentro, e teve 1200 expositores em uma área de 35 mil metros quadrados. Aproximadamente 39 mil pessoas, de 23 países, passaram por lá.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=48]]></link></item><item><title><![CDATA[EPC esteve no Congresso da ABM ]]></title><description><![CDATA[A EPC participou do 65° Congresso Internacional e Anual da Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais (ABM), reconhecidamente o maior fórum de debates do setor minero-metalúrgico e de materiais da América Latina e o mais antigo evento técnico de realização contínua no Brasil. <br />
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Estiveram no Congresso, o vice-presidente Comercial e Marketing da EPC, Dhenisvan F. Costa; o gerente geral de Vendas, Alex Muzzi; a gerente de Marketing e de Desenvolvimento Humano, Thais Abranches; e o programador 3D Hélvio Bartels.<br />
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O evento recebeu cerca de 1.500 participantes, entre lideranças empresariais da mineração, siderurgia e do segmento de não-ferrosos, do Brasil e do exterior, profissionais da indústria, especialistas das universidades e centros de pesquisa, consultores, fornecedores de equipamentos e serviços e estudantes. <br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=49]]></link></item><item><title><![CDATA[Investimentos em mineração e siderurgia estimulam o desenvolvimento de projetos de engenharia ]]></title><description><![CDATA[Os setores de mineração e siderurgia voltam a ser destaques para os próximos anos. Caso se confirme, as construções de novas usinas e as expansões de siderúrgicas devem dobrar a capacidade de produção de aço no Brasil até 2016.<br />
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A expectativa é que a capacidade do parque produtivo de 42 milhões de toneladas de aço produzidas hoje alcance a marca de 88 milhões de toneladas daqui a seis anos, quando as novas siderúrgicas já estarão em pleno funcionamento, segundo dados do Instituto Aço Brasil. Os investimentos previstos para os próximos cinco anos poderão atingir por volta de US$ 28 bilhões.<br />
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Somam-se ainda os investimentos no setor mineral no Brasil. O forte reaquecimento da demanda mundial por matéria-prima levou o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) a rever pela terceira vez este ano sua previsão de investimentos para o setor até 2014. A nova cifra, de US$ 62 bilhões, é recorde e representa um aumento de 14,81% em relação à estimativa anterior feita em abril, que era de US$ 54 bilhões. Ao todo, são 60 projetos já contabilizados pelo Ibram até 2014.<br />
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Caso se concretize 50% das previsões acima, juntamente com as demandas provocadas pelos investimentos de óleo e gás, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além dos serviços de engenharia e construção, o país sofrerá uma demanda fora do comum de mão de obra especializada e trará uma oportunidade ímpar para as empresas de engenharia junto com a ameaça de não conseguir profissionais capacitados para atender a esse cenário. Com vista a se preparar para encarar esse crescimento, a EPC está investindo na contratação de pessoal, treinamento, capacitação da equipe e melhoria da qualidade dos processos. <br />
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A EPC é uma empresa de engenharia nacional e se destaca na execução de projetos ligados a implantação de plantas em todos os segmentos industriais, e já está trabalhando na execução de vários projetos e participando de concorrências de outros. <br />
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Entre os projetos desenvolvidos para atender às demandas desses segmentos, a EPC participou da execução do projeto conceitual e básico das utilidades, integração e requisitos para terceiros da Aços Laminados do Pará (Alpa), uma siderúrgica da Vale S.A no Distrito Industrial de Marabá, no Pará.<br />
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Além disso, a EPC está prestando serviços de engenharia multidisciplinar em projetos conceituais, básicos e detalhados para a duplicação da usina siderúrgica produtora de aços longos ArcelorMittal Monlevade, em João Monlevade, Minas Gerais. Com a obra, a capacidade de produção passará de 1,2 milhão para 2,4 milhões de toneladas anuais de aço bruto.<br />
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Com vários megaprojetos já em andamento, a EPC Engenharia teve um crescimento médio de 25% nos últimos seis anos e espera dobrar seu faturamento até 2012, chegando a R$ 220 milhões. Para 2010, a expectativa é de um crescimento em vendas de 60% em comparação a 2008, o que representa uma meta de R$ 170 milhões.<br />
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Sobre a EPC - Fundada em 1972, em Belo Horizonte (MG), a EPC tem hoje aproximadamente 1.100 colaboradores que atuam em todo o território nacional. A empresa oferece ao mercado o que existe de mais avançado em engenharia consultiva, projetos conceituais, básicos e detalhados, gestão de suprimentos, gerenciamento de empreendimentos para empresas de grande porte e fornecimentos em regime EPC, EPCM, Turn Key e Aliança.<br />
]]></description><link><![CDATA[http://epc/index.php?page=7,2&id=50]]></link></item></channel>
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